Maio 4, 2026

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Foda no sítio com a colega de faculdade

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Essa história é 100% real e aconteceu em 2014, ano em que me formei. Os nomes, claro, são fictícios, mas o que ocorreu é verídico.

Na época da nossa formatura na faculdade, estávamos fazendo uma série de festas e calouradas pra comemorar, coisa de formando mesmo. Era festa na casa de fulano, churrasco na casa de outro e por aí vai.

Para a festa de 100 dias da formatura, combinamos que alugaríamos um sítio e faríamos um churrasco lá. Não seria coisa de fim de semana, apenas um dia mesmo, até porque o local da festa era próximo.

Como eu sabia que eu ia beber muito, acabei por optando ir na van que alugamos com todo mundo, daí não correria nem de acidente e nem de multa. Eu já não era recém habilitado, mas ainda assim.

Chegando lá, embora eu conhecia toda a turma, não era particularmente amigão de ninguém. Escolhi uma mesa, sentei e fiquei tomando umas cervejas, direto chegava alguém, trocava 5 minutos de conversa e depois saia. Mas o evento tava legal, muito bom, valeu a pena ter ido.

Daí chega a Jéssica. Pra contexto, moro em uma cidade de média pra grande, e tive banda de metal durante minha adolescência. Eram muitos eventos desse tipo de música na minha região e muita gente frequentava. Na época dessa história, a banda ainda não tinha se desfeito, mas estávamos tocando a vida, trabalhando e estudando. Quanto à Jéssica, ela era uma das garotas que frequentavam os eventos em que eu tocava e eu já a conhecia. Fiquei até surpreso quando no primeiro de aula, topei com ela dentro da sala. Durante o curso, a gente desenvolveu uma amizade e continuamos trocando ideia. Em termos de aparência, ela era baixinha, bem gostosinha. Aquele tipo de mulher um pouco mais gordinha, e os seios maiores. Inclusive, isso foi pauta da nossa conversa.

Continuando, chega a Jessica na minha mesa e começamos a conversar. Papo vai, cerveja abaixo e ela fala que os planos dela pra depois da formatura era fazer uma cirurgia pra diminuir os seios (que ela de fato fez depois – lembrando, essa história ocorreu em 2014). Perguntei o porquê e ela disse que era incômodo e tal, chegava a dar uma certa dor nas costas. Daí ela falou “e também eu quero ficar com eles mais durinhos” e daí respondi “mas eles são bonitos.”

Daí ela “quer pegar? olha só…” e pegou a minha mão e botou nos seios. Eu dei aquela apertada gostosa e ela riu. Ficamos ali igual dois bobos conversando numa boa, aí chega a coordenadora do curso, que havia sido convidada também.

Ela comprimenta geral e todo mundo se junta pra ouvir o que ela tinha pra falar. Parabenizou, sei o que lá, que o mercado isso e aquilo e eu ouvindo aquela ladainha e cerveja na mão.

A Jessica do nada vira pra mim “você tá solteiro?” Eu realmente não entendi a pergunta. A faculdade era presencial, de segunda a sexta, fora trabalho em grupo e outros momentos que estávamos no mesmo ambiente, fora rede social. Se eu tivesse uma namorada, óbvio que ela saberia. Como eu não entendi a pergunta, perguntei de volta.

– Como assim, solteiro?
– Solteiro, ué.
– Mas, Jessica, claro que eu estou. Você me conhece e convive comigo, sabe que eu não tô namorando.
– Ué, você pode estar ficando com alguma garota.
– Poderia mesmo, mas ainda que eu estivesse ficando eu estaria solteiro. Mas respondendo, estou sim. E você?
– Ah, eu tava ficando com um cara aí, mas deixamos pra lá. Eu tô em outra ideia agora.

Ela ter me feito essa pergunta me acendeu uma pulga atrás de orelha. Eu nunca tinha pensado nela necessariamente pra sexo. Ela era gostosa, mas não tinha passado pela minha cabeça a possibilidade. Mas aquela coisa, eu tava lá e ela também… Eu não queria passar os carros na frente dos bois, mas ela meio que abriu caminho.

Ela foi e me perguntou, “topa pular na piscina?” E eu já respondi que sim. Ela já ficou de biquíni e eu só tirei a camisa. Bora.

Na piscina a gente continuou a conversa e ela, por ser mais baixinha, ficava agarrada em mim.

Daí no meio da piscina, nós abraçados, eu nem perguntei, cheguei no beijo e ela correspondeu, ficamos ali nos pegas. Tinha muita gente no entorno, daí não rolou ficar num amasso maior.

Saímos da piscina e fomos comer alguma coisa, continuando enturmando com o pessoal.

Mais bebida, mais caipirinha, pau quebrando e a coordenadora me sobe num banquinho pra fazer mais discurso e todo mundo para pra ouvir.

Nessa hora chego no ouvido da Jessica

– Vamo prum segundo round?
– Agora! Onde?
– Só vai e eu te sigo.

Ela vai abrindo caminho enquanto todo mundo continua ouvindo a coordenadora falar, segue por trás do balcão até chegar nos fundos da casa do sítio. Não tinha mais ninguém lá.

Daí começamos.

Começamos num beijo eu fui descendo. Tiro a parte de cima do biquíni e começo a chupar os seios dela e ela gemendo, pedindo mais. Ela pega no meu pau com gosto e começa a me punhetar e falando “por isso que eu tava querendo saber se você tava solteiro, gostoso” e eu falei com ela pra aproveitar.

Ela continua punhetando, falando putaria, querendo rola, diz que tava afim desde que me viu e que a boceta tava até batendo palma de tanto tesão. Eu vou descendo a mão, tiro a calcinha dela e tava muito molhada. Ela realmente tava afim da minha rola e isso não é coisa que se negue a mulher gostosa.

Eu tava muito a ponto de bala e começo a dedilhar a bucetinha dela. Rosinha, deliciosa. Ela abaixa o meu short e começa a chupar meu pau com vontade. Chupava a cabeça, bolas na boca, punhetava enquanto beijava a cabeça. A essa altura, eu não estava raciocinando que alguém chegaria ali e visse tudo, porque não era tão afastado assim.

Ela continuava mamando e falando “vai me comer, vai? Comer minha buceta sem dó? Fala que vai me comer, fala”. Daí ela termina de chupar, peladinha, levanta aquela bunda gostosa e fala “vem me comer”

Eu começo a meter fundo na boceta dela. Sem dó. A vadia não para de pedir pica e eu tô que enfio palmo de rola por estocada naquela buceta dela. Ela começa a gemer alto e fala que quer mais é que vejam mesmo, não tava nem aí.

E realmente apareceu uma galera e viu tudo acontecendo. Como éramos todos colegas e ninguém tinha interesse de ferrar com ninguém, daí ninguém filmou nem tirou foto, mas a galera ficou tipo “caralho olha aqueles dois”

Nesse meio tempo eu tô que meto fundo e nem aí pra nada. Tapa na bunda dela, começo a xingar “vai sua puta, quer minha rola, é? Então toma.” E ela gemendo sem parar. Aquele barulho de pele batendo, estocada atrás de estocada, a gente fica um tempo nisso e ela grita que gozou. “GOZEI, MAS QUERO MAAAAAAIS”

E eu continuo metendo, não paro pra nada. A buceta dela era apertada, quente. Meu pau ali, duro que nem ferro, metendo fundo, ela rebolando e viu também que geral tava olhando e eu já começo a sentir que vou gozar. E ela grita “gente, eu tô amandoooo” daí ela anuncia.

“não goza dentro, eu quero na minha boca” e eu “ONDE?”
“Na minha boquinha”
“ONDE??”
“NA MINHA BOCAAAAA”

Daí viro ela de joelhos e ela antes de eu gozar

“Eu quero tudo!”

Daí jatei tudo dentro da boca dela. Geral olhando e ela bebendo leite e chupando igual uma bezerra. Eu gozo, sinto as pernas mais fracas e ela continua mamando, a boca cheia de porra, eu gozo mais na cara dela e ela lambreca toda.

Ela vai batendo minha piroca na cara, falando que tava uma delicia e eu respirando fundo, doido pra continuar.

Daí tínhamos que voltar pra festa né…

Mas o que ocorreu à noite, depois que saímos do sítio, é papo pra outro momento.

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