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O amigo que veio assistir
Bom, deixa eu me apresentar primeiro (apesar de já ter escrito outros três contos por aqui, ksksks). Sou o Gu, hoje tenho 24 anos, branco, 1,79 de altura e um porte físico magro, porém com uma certa definição.
Tudo começou quando uma menina nova da academia começou a treinar Muay Thai com a minha equipe. Eu já tinha visto ela algumas vezes na musculação, mas sempre fui mais reservado e nunca tínhamos conversado antes. O nome dela era Micaela, mas vou chamar só de Mi pra facilitar.
A Mi era meio alta, devia ter 1,72 de altura, pele branca, cabelo liso bem escuro tinha acabado de fazer 18 anos (eu tinha 22 na epoca). Ela era magra, bunda pequena, peito médio, uma garota super normal, e acima de tudo, aparentemente super tímida. No dia em que ela começou a treinar com a gente, meu professor me pediu pra acompanha-la nos primeiros movimentos, fazer algumas correções, coisas do tipo, e assim o fiz. Durante todo o treino ela falava super pouco, basicamente só respondia oq eu perguntava, e ainda falando bem baixinho.
Chegando em casa, vi que tinha uma notificação no Instagram, e quando abri, era ela pedindo pra me seguir. Segui de volta, ela logo me colocou nos melhores amigos e eu respondi um story que ela tinha postado de algo bem aleatório. A partir daí, começamos a conversar bastante.
Era até meio engraçado, nós conversávamos bastante por mensagem, mas pessoalmente ela mal falava comigo, as vezes parecia q ela estava até meio brava, sempre tive dificuldades de entender aquela garota. Depois de quase uma semana conversando, chamei ela pra sair, e a ideia aqui era ser algo bem “light” mesmo, afinal ela era toda inocente, tinha acabado de fazer 18 e nós não tínhamos nem falado de ficar.
No dia ela estava usando um vestido pouco acima do joelho, meio folgadinho, nada vulgar, mas também não muito “crente” ksksks (apesar de ela ser bem católica, frequentar aqueles grupos de jovens e tal). Fomos a um parque que ela tinha comentado que nunca tinha ido, tomamos um açaí e no final da tarde nos beijamos sentados em um banco de madeira, desses que tem em todo parque/praça enquanto olhávamos o pôr do sol.
Ela deu a ideia de pedirmos um Uber pra minha casa para que depois eu a acompanhasse até a casa dela, dessa forma, poderíamos conversar mais e aproveitar o restinho do nosso “date”, mas ao sairmos do carro, perguntei despretensiosamente se ela tinha hora pra estar em casa e se ela não queria subir pra continuarmos nossa conversa. Ela nem pensou duas vezes, só respondeu que podia ficar mais uma horinha.
Esse primeiro encontro “light” surpreendentemente virou uma transa. Não vou entrar em tantos detalhes sobre a transa aqui pq não é esse o foco desse conto. Mas resumidamente, estávamos na sala, começamos a nos beijar, senti ela ficando cada vez mais ofegante e fui descendo minhas mãos pelos seus peitos. Pedi pra irmos pro quarto e lá ela já ficou totalmente pelada e fodemos com camisinha até os dois gozarem.
Depois dessa transa, nossas conversas por mensagem foram ficando cada vez mais quentes. Quando nos encontrávamos na academia ela sempre me mandava uma mensagem do tipo “é uma pena ter que te ver treinando aqui e não poder ter você me esperando de pau duro em casa”, e eu obviamente retribuía.
Nós transamos outras vezes, e eu fui conhecendo ela cada vez mais. Um dos momentos mais marcantes foi quando estávamos fodendo sem camisinha, eu pedi pra ela sair de cima de mim pq eu ia gozar e ela olhou no meu olho dando uma risadinha safada e falou “enche minha buceta”. Ali eu percebi que eu tava fodendo uma piranha.
O tempo passou e em uma noite depois do treino, nós começamos a conversar putaria e a trocar uns nudes, até que ela me mandou a seguinte mensagem:
-Juro Gu, você foi o cara que melhor me comeu até hoje, eu sou capaz de fazer qualquer coisa por você.
Eu, maluco de tesão batendo uma pros nudes que ela me mandava, respondi:
– cuidado Mi, vai que você não goste do que eu quero fazer com você ksksks
-impossível, eu vou gostar de absolutamente qualquer coisa que você fizer comigo.
– você já fez anal, Mi?
– Nunca fiz, mas por você eu estou disposta a fazer.
Eu quase explodi na hora, já seguimos conversando e combinando o próximo dia que iríamos foder pra gente tentar o anal, mas a conversa seguiu bem quente.
– E você, Mi. Tem algum fetiche?
-ah, eu queria um dia transar amarrada, sentir que estou sendo “usada” por você, sabe? E você, tem algum?
-olha, eu gosto de adrenalina. Transar em lugar proibido, coisas assim.
– e você não tem medo de alguém ver, Gu?
– sinceramente, tenho é tesão se alguém ver ksksks.
– caralho, e você já pensou em chamar alguém pra assistir?
– olha, já pensei sim, mas o foda é chegar em uma pessoa aleatória sugerindo isso ksksksks
– Ah mas não precisa ser aleatória né, Gu.
– eu não conheço ninguém que toparia isso kdksksks
– Eu até conheço, mas acho que ficaria com vergonha, principalmente por ser homem, ksksks
Ou seja, aquela menina toda tímida e santinha do grupo de jovens da igreja estava cogitando chamar um cara pra assitir nossa foda. Vocês não tem noção do quanto isso me desconcertou.
– eu nunca fiz algo assim, Mi, mas eu toparia se você quisesse.
O tempo passou, nós transamos outras vezes, até que um dia eu combinei de buscar ela na casa de uma amiga que estava fazendo aniversário. Quando cheguei ela me perguntou se eu não podia dar uma carona pro amigo dela que morava meio perto da minha casa e eu aceitei. O amigo era um cara bem quieto, magro , um pouco mais alto que eu e tinha a mesma idade dela.. No caminho ela começou a passar a mão na minha coxa, me olhava com cara de safada, e quando eu perguntava se ela queria me dizer alguma coisa ela falava “nada” e dava uma risadinha. Até que em um momento eu parei em um sinaleiro, ela se inclinou em minha direção e falou no meu ouvido:
– lembra aquilo que a gente tinha conversado aquele dia? Podia rolar hoje né?
Meu pau quase explodiu. Ela provavelmente já tinha conversado com o cara e estava tudo combinado, então só toquei pra minha casa. Entramos, começamos a nos pegar, joguei ela na cama, tirei sua calça e quando tirei sua calcinha a buceta estava pingando de tão molhada. Nessa hora ela olhou pro moleque, deu uma risadinha, me puxou pela cintura e começou a tirar minha calça.
– Olha, Re, o tamanho do pau dele – disse ela pro amigo, enquanto encaixava meu pau na sua buceta.
Mas antes que eu pudesse colocar, ela me disse:
– Gu, tudo bem se ele se tocar enquanto assiste a gente?
Por mim não tinha problema nenhum, estava curtindo pra caralho aquele momento. Comecei a comer ela de frente e ele via tudo de lado, em pé, encostado na parede enquanto tocava uma. Vi que várias vezes ela olhava pra ele se tocando, mas não falava nada, até o momento em que coloquei ela de quatro, puxei o cabelo dela pra trás e falei em seu ouvido:
– seja sincera minha puta, você tá maluca pra botar o pau dele na boca, né?
Ela não respondeu, então dei um tapa forte na sua bunda e perguntei de novo.
– Mi, se você quiser você pode, tá?
Ela deu um sorrisinho e esticou o braço pra puxar o moleque pra perto da gente. Depois disso, não fez mais nem cena, botou o pau do mlk inteiro na boca (devia ter uns 14 cm) e mamou até ele gozar enquanto eu fodia ela de quatro.
Depois que ele gozou, foi pro banheiro se limpar e nesse meio tempo eu e ela gozamos e ficamos deitados pelados na cama. Quando ele finalmente voltou, estava meio sem graça e so falou que estava indo embora, não pediu carona nem nada. Fiquei com a sensação de que ele tinha uma quedinha por ela e ela se aproveitou disso pra realizar um fetiche. Não sei oq de fato aconteceu, mas essa foi uma das melhores experiências que eu já tive.


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