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The no-underwear test
Antes de mais nada, vou começar dizendo que tudo isso é verdade e aconteceu há pouco tempo, e é por isso que a história vai demorar um pouco para se desenrolar. Não é como se eu fosse começar a transar com a minha cunhada depois de algumas cervejas. Demora um tempo, então seja paciente e preste atenção nisto: sempre que as coisas acontecem “do nada”, é porque a história é falsa.
Meu nome é Tom, tenho 31 anos, sou casado. Vamos chamar minha esposa de Sara, de 28 anos, e a irmã dela de Becca, de 23.
Comecei a namorar a Sara quando ela tinha 21 anos.. A dinâmica delas sempre foi curiosa para mim. A Sara é a filha perfeita, aquela que nunca decepciona os pais e que trabalha duro para atender às expectativas deles. A Becca é a rebelde. Ela não dá a mínima para o que os pais dela pensam sobre ela. Também consigo perceber um pouco de inveja em relação à irmã: talvez porque todo mundo ame a Sara ou porque ela sempre demonstrou ser muito feliz comigo. Certamente não ajuda o fato de estarmos bem financeiramente, então podemos nos dar a alguns luxos, como viajar e ir a alguns restaurantes caros — coisas que eu sei que importam muito para a Becca.
Em termos de aparência, Becca é morena, tem olhos castanhos e é baixinha – 1,57 m de altura. Ela também é tem uns peitões e adora exibi-los por aí em vestidos decotados quando sai. Sendo honesto, nunca senti nenhum tipo de atração vinda da parte dela. Ela sempre me tratou bem, mas nunca com desejo. A única coisa foi a vez em que ela me disse que eu estava ficando “musculoso” por causa dos treinos e me pediu para planejar os treinos dela.
Mas como ela cresceu e se tornou uma grande gostosa, eu não consigo parar de fantasiar com ela. Sei que estou errado, talvez seja a coisa do fruto proibido. Mesmo assim, eu não podia me dar ao luxo de dar em cima dela — nem um pouquinho. Até que, outro dia, pensei em uma forma de provocá-la sem ser pego. Seria algo bem inocente e, ainda assim, eu poderia testar o terreno.
Eu e a Sara fomos almoçar na casa dos pais dela. Era um dia quente, então decidi usar um shorts de moletom e uma camiseta bem ajustada. Só que não coloquei nenhum tipo de cueca. Eu não sou TÃO dotado assim lá embaixo, então não seria escandaloso, mas ainda assim seria bem perceptível. Fiquei me perguntando se conseguiria pegar a Becca olhando para lá.
Quando chegamos, cumprimentei meu sogro e minha sogra e os ajudei a arrumar a mesa. Becca estava lá em cima, no quarto dela. Minha sogra disse que iria chamá-la para comermos. Nesse momento, entrei no banheiro e mexi um pouco no meu pau — o suficiente apenas para bombear um pouco de sangue e deixá-lo mais rígido.
Saí do banheiro bem a tempo de ver a Becca descendo as escadas. De lá de cima, ela tinha uma visão muito melhor, não tinha como ela não ver. Observei atentamente os olhos dela encontrarem os meus, ela disse: “Oi, Tom!!”, e então os olhos dela desceram para a minha virilha. Ela certamente percebeu. Posso estar louco, mas mordo minha língua se ela não deu a uma pequena mordidinha no lábio. Quase imperceptível. Ou será que foi coisa da minha cabeça?
Tudo o que sei é que, depois do almoço, quando todos nos levantamos da mesa, os olhos dela desceram ali procurando por aquilo pelo menos mais duas vezes. Mas eu não podia culpá-la, eu mesmo olhei para o decote dela várias vezes antes. Isso não significa nada por si só. Não é um sinal de que ela quer que eu a foda.


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