Vizinho Tatuado
Cheguei a Lisboa no fim da tarde, o sol dourado ainda quente nas ruas de paralelepípedos. Arrastei minha mala rosa até o Airbnb no Bairro Alto, suada, cabelo ruivo longo e ondulado grudando na pele branquinha do pescoço e do decote. O vestido leve colava nos meus seios grandes e pesados, bicos rosados marcando o tecido fino.
Ao abrir a porta do apartamento, esbarrei em alguém no corredor estreito.
— Desculpa — disse uma voz grave.
Levantei o olhar. Era ele. Eduardo. Alto, branco, corpo definido, barba bem feita, braço direito todo tatuado e um número 7 grande na nuca. Seus olhos desceram devagar pelo meu corpo, parando nos meus seios, depois na curva da minha bunda. Sorriu de lado.
— Nova por aqui? — perguntou, segurando a porta pra mim. Seus dedos roçaram de leve na minha lombar. Senti um arrepio descer direto pra bucetinha.
— Sim… acabei de chegar — respondi, voz baixa, corando.
Ele me olhou mais um segundo, depois tirou um papel do bolso e rabiscou algo.
— Se precisar de ajuda com qualquer coisa, me chama. Sou o vizinho de porta. Eduardo. — Entregou o papel com o número dele. — Sua mãe me falou que você vinha sozinha. Qualquer coisa, é só avisar.
Fechei a porta com o coração acelerado. Não era verdade — minha mãe não conhecia ninguém aqui. Mas eu não liguei.
Coloquei as coisas no lugar, tomei banho e vesti só uma camisola fina branca. Em vez de sair pra explorar a cidade, fiquei na varanda, fingindo olhar a vista. Na verdade, queria ver ele.
E ele apareceu. Na varanda do apartamento ao lado, sem camisa, só de cueca boxer preta. O volume grande já marcava o tecido. Sofia, a namorada dele, reclamava lá dentro:
— De novo com essas tatuagens à mostra? Você parece marginal, Eduardo!
Ele não respondeu. Olhou direto pra mim, sorriu e passou a mão por cima da cueca, apertando o pau grosso. Depois pegou o celular.
Meu WhatsApp vibrou.
Eduardo: Gostou do que viu, ruivinha?
Eu corei inteira, mas respondi.
Eu: …tá calor aqui.
Eduardo: Tira a camisola. Quero ver esses peitos branquinhos agora.
Hesitei só um segundo. Tirei a camisola. Meus seios grandes caíram livres, pesados, bicos rosados duros. Ele sorriu do outro lado.
Eduardo: Boa putinha. Aperta eles pra mim. Imagina minha mão tatuada apertando forte.
Eu obedeci. Apertei meus seios, puxei os bicos, gemi baixinho. Ele tirou o pau pra fora da cueca — grosso, cheio de veias, cabeça grande em formato de cogumelo brilhando. Começou a bater devagar, olhando pra mim.
Eduardo: Abre as pernas e esfrega essa bucetinha pra mim. Quero ver você molhando a coxa.
Eu sentei na cadeira da varanda, abri as pernas e comecei a me tocar. Dedo deslizando entre os lábios inchados, mel escorrendo. Gravei um áudio gemendo:
— Ai, Eduardo… tô molhada pra caralho… minha bucetinha tá piscando pra você…
Ele respondeu com voz rouca no áudio:
— Isso, cachorra. Enquanto minha namorada reclama das minhas tatuagens do lado, eu tô aqui batendo uma pra uma ruivinha safada que acabei de conhecer. Você é minha agora. Entendeu?
Eu: Sim… senhor.
A conversa virou puro fogo. Ele mandava áudio atrás de áudio:
— Imagina eu apertando esse pescoço branquinho enquanto enfio meu pau veioso até o fundo da sua garganta…
— Quero te foder forte na boca, te fazer babar inteira, depois virar você de quatro e arrombar essa bucetinha apertada.
Eu estava de quatro na cama, travesseiro entre as pernas, rebolando gostoso, esfregando a bucetinha inchada enquanto ouvia a voz dele. Gozei tremendo, gemendo o nome dele no travesseiro.
Ele mandou mais um áudio, voz baixa e dominadora:
— Boa menina. Amanhã você desce sem calcinha. Quero sentir essa bucetinha pingando enquanto conversamos no corredor. E se você for boazinha… vou te dar leitinho quente no cuzinho.
Fiquei lá, bucetinha latejando, sabendo que eu já era completamente dele.


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