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Cheirinho de amiga
Eu tenho 25 anos, sou casada com um homem que me ama e me fode bem, mas o que realmente me deixa molhada até escorrer pela coxa é o corpo de mulher. Principalmente o das minhas amigas. Aquele cheiro doce de pele feminina, a maciez, o jeito que os peitos se movem, a calcinha ainda quente do corpo delas… é isso que me faz masturbar escondida no banheiro quase todo dia.
Quando a Carol colocou silicone, eu fiquei obcecada. Ela sempre teve peitos pequenos e fofos, mas depois da cirurgia eles ficaram pesados, redondos, com aquele volume novo que esticava a blusa. No dia em que ela me mostrou, eu disse que queria “sentir se estavam naturais”. Aproximei as mãos devagar, fingindo curiosidade inocente, e apertei. A pele ainda estava sensível, quente, e os seios pesavam nas minhas palmas. Passei o polegar de leve sobre o bico, que já estava um pouco endurecido, e senti um formigamento subir direto pra minha buceta.
Outra vez fui tomar banho na casa da Júlia. O banheiro dela ainda cheirava a sabonete e a pele quente. A calcinha preta dela estava jogada no chão, perto da cesta de roupa suja. Peguei com as pontas dos dedos, ainda um pouco úmida. Cheirei fundo, enfiando o tecido no rosto. O cheiro era forte, doce e ácido ao mesmo tempo, misturado com o perfume dela. Fiquei de cócoras no chão frio, cheirando a calcinha e me tocando. Depois guardei a calcinha de volta como se nada tivesse acontecido.
Fiz a mesma coisa com a calcinha da Marina. Encontrei no banheiro depois que ela saiu do chuveiro. Era uma calcinha branca e fina. Aproximei do nariz e respirei fundo várias vezes, sentindo o cheiro forte da xana dela. Cheirei até ficar tonta, esfregando o tecido contra o meu rosto enquanto me tocava.
Comprei uma piscina de plástico barata só para ter as meninas de biquíni na minha casa (meu marido gosta). Convidei todo mundo num sábado quente. Vi a Ana entrando na água, o biquíni branco molhado colando nos peitos e no contorno da buceta. A Camila de biquíni preto, o tecido entrando um pouco entre as nádegas quando ela se inclinava. À noite, depois que todas foram embora, eu e meu marido transamos e comentamos sobre o corpo deles e como a gente comeria elas.
Quando meu marido me fode, eu não consigo ficar quieta. Enquanto ele enterra o pau fundo em mim, eu começo a falar besteira, bem perto do ouvido dele. Conto como eu chuparia a buceta da Carol até ela tremer, como eu mordia o peito novo dela enquanto enfiasse dois dedos molhados. Falo que queria ver ele comendo a Júlia por trás enquanto ela chupa minha buceta ao mesmo tempo. Às vezes mudo o jogo e descrevo ele me pegando e me obrigando a cheirar a calcinha usada da Marina antes de me foder mais forte. Outras noites eu invento que ele me deixa sozinha com a Larissa, e eu relato cada detalhe de como eu montaria nela, esfregando minha buceta na dela até nós duas gozarmos juntas.


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