Abril 25, 2026

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O pecado na cama

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Eu sou evangélica e sempre que eu e o meu namorado Pedro ficamos a sós, percebo que ele avança um pouco mais.

Ele beija meu pescoço e se esfrega em mim. Percebo também que o negócio fica super duro.

Eu sempre acabo sendo um pouco estraga prazeres por me guardar bloqueando as investidas dele quando acho que ele passou do ponto.

Da última vez, minha mãe foi comprar pão e ficamos só nós dois em casa e minha irmã trancada no quarto dela. Nesse dia, ele deitou sobre mim no sofá.

Eu estava de vestido flórido longo com um tecido bem leve. Ele me deu um beijo molhado, lambuzando minha boca e chupando os meus lábios inferiores, depois começou a passar a mão nas minhas coxas e subiu até seguir para zona proibida pela minha mãe.

Eu segurei a mão dele e então ele reclamou chateado por não poder seguir com o seu desejo.

Nesse dia, ele insistiu que, já, que não podia tocar lá embaixo, que eu o deixasse ver o meu peito.

Eu pensei, ok. Só ver! Baixei um pouco a alça do vestido mas ainda com o sutiã cobrindo.

No entanto, ele não fez só olhar, ele puxou o sutiã para baixo e beijou e na sequência chupou o meu peito.

Fui tudo tão rápido, que cedi. Ele sugava, passava a língua circulando, depois mordiscava.

Descobri o quanto é bom carinho nessa região. A sensação da língua deslizando pelo meu mamilo me deixa em transe total.

Ele se revezou entre os dois seios até me mãe voltar e nos recompomos.

Nesse mesmo dia, a gente foi assistir um filme na cama, eu o Pedro e a minha irmã cobertos pelo mesmo edredom. O Pedro no meio.

Ela dormiu logo e não aguentou meia hora de filme.

Aí o Pedro começou a passar a mão nas minhas coxas e subiu o meu vestido,

Ficou passeando a mão no meu bumbum e eu deixei.

Minha irmã se mexeu e eu tirei a mão e desci o vestido bem rápido.

Ficamos assim por alguns minutos.

Depois que ela pegou num sono de novo, o Pedro ficou de conchinha comigo.

Ele falou no meu ouvido

— Me dá sua mão.

Eu dei e ele levou ela até o pau dele por cima do short, que estava duro como aço.

Eu tentei me desvencilhar, mas ele segurou.

— Só faz um carinho, apertando só isso.

Eu fiquei apertando literalmente aquilo como se fosse um brinquedo.

Depois ele tirou mesmo pra fora e eu segurei.

Ele foi guiando os movimentos com a minha mão pra cima e pra baixo.

Eis que escuto a voz da minha irmã.

— Vocês tão transando é?

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