Julho 9, 2026

11 Visões

Julho 9, 2026

11 Visões

Minha coleira de puta

0
(0)

Até o começo desse ano, eu me considerava uma pessoa certinha e tímida em relação à vida amorosa e sexual. Às vezes eu tinha conversas com esse colega sobre diferentes tipos de relacionamento e sempre respondia que eu era monogâmica, fiel, e que sexo casual não era pra mim.

Tudo mudou no começo desse ano. Eu terminei meu relacionamento bem no começo do ano. E aí em fevereiro, eu e esse colega começamos a ter mais conversas sobre sexo. Eu tenho seios enormes e um dia contei sobre quando fiz topless na praia sem querer porque perdi meu biquíni na água. Ele fez toda uma volta pra perguntar se podia tocar nos meus seios e eu respondi que sim. Ali, no nosso local de trabalho, ele começou a acariciar meus seios por cima do vestido. Depois puxou meus peitos pra fora, chupou o bico dos meus seios e colocou os dedos na minha buceta que já estava molhada. A gente começou a se agarrar, mas percebemos que um colega estava chegando. Só deu tempo de ajeitar o vestido e desconfio que o colega percebeu.

Depois disso, tivemos que segurar a vontade de se agarrar, mas ele me falou que eu iria ser a escrava dele, a puta. Que eu ia perder toda vergonha e me exibir e dar pra vários.

E então começaram as ordens

A primeira delas foi no dia seguinte. Fomos pra um lugar mais reservado e ele ordenou pra eu me ajoelhar e chupar, babar o pau dele. Eu amei fazer isso. A adrenalina e a sensação de não ter escolha foram avassaladoras. Ele gozou na minha boca e me disse que eu ia aprender a amar levar leite por tudo.

Em outro dia, eu estava em casa e ele me ligou e foi direto: Eu quero que tu coloque uma roupa de puta e vá para uma casa de swing. Eu nem tinha roupa de puta kkkkk

Coloquei a menor saia que eu tinha a blusa mais justa. Por um lado estava morrendo de medo, de vergonha de chamar um uber pra casa de swing, por outro aquela era uma ordem do meu dono. Eu senti o poder dele sobre mim, eu não conseguia dizer não, por mais que estivesse cheia de medo e vergonha. Todas essas sensações me excitavam. Cheguei na casa de swing toda sem jeito, sozinha e fiquei em um canto da pista de dança, mas logo apareceu um cara me convidando pra ir em uma cabine. Eu fui, comecei a beija-lo, chupa-lo bastante. Ele me comeu de quatro. Nesse primeiro dia, eu dei pra 3 caras.

Aos poucos eu fui seguindo cada vez mais ordens para me exibir, para dar meu cu, para dar para vários.

E seguindo essas ordens eu fui sentindo que eu amo ser puta. Eu amo me exibir para vários machos. Eu amo sentir que eu sou uma cachorra, puta que dá pra qualquer um, que dá na rua, que não tem mais pudor nenhum. Eu sou a escrava dele, a puta dele, o objeto que ele controla e oferece.

A próxima ordem que eu tenho que cumprir é fazer dupla penetração vaginal. E que cumprirei como uma cachorra obediente.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Verão, amigos e a irmã perversa

anônimo

15/12/2025

Verão, amigos e a irmã perversa

A gordinha gostosa da faculdade

alexandreoliveira074

25/04/2026

A gordinha gostosa da faculdade

Relato de um marido submisso.

anônimo

06/03/2023

Relato de um marido submisso.
Scroll to Top