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Dedadas no planejamento
Na época da história, estávamos casados havia cerca de 10 anos e já vinhamos nos afastando fazia um tempo. Também estávamos no meio do processo de comprar uma casa, e todo o negócio desmoronou depois de anos de tentativa. Dito isso, eu estava num momento baixo da minha vida e me sentindo muito sozinho.
Eu sou professor do ensino médio, e minha escola adora nos colocar para dar aulas em co-docência em vários temas. No começo daquele ano escolar, recebi uma nova co-docente para o ano. A gente dava duas aulas de matemática juntos, e tínhamos o mesmo período de planejamento, que caía depois do almoço. Para referência: era 3ª e 4ª juntas, almoço, e depois planejamento. Logo de cara, notei a aparência da minha nova co-docente quando nos conhecemos. Ela parecia ter mais ou menos a minha idade, magra, morena, de cabelos escuros e olhos marcantes. Era uns 30 centímetros mais baixa que eu e tinha uma personalidade muito animada, extrovertida.
No começo, nada aconteceu. A gente só tocava o dia a dia de forma profissional. Eu pegava alguns olhares de leve e brincadeiras flertativas. Ela começou a vir almoçar comigo e com meu grupo de colegas de trabalho. (A gente almoçava na minha sala.) Depois de alguns meses, minha temporada de esportes no outono acabou e eu não precisava mais treinar. Isso, aparentemente, me deixou com tempo livre demais. O flerte aumentou, a situação em casa ficou tensa e eu comecei a me sentir para baixo. A atenção que eu recebia dessa colega de trabalho começou a virar o ponto alto do meu dia. Era bom me sentir visto e até desejado. (Mesmo que fosse só pelo olhar dela.) Começamos a conversar mais e a nos abrir sobre nossas situações individuais e nossos passados. Acabei pegando o número dela para continuarmos as conversas. Um dia ela parecia muito estressada e, depois do almoço, quando nosso planejamento começou, eu disse: “Sabe do que você precisa?… De transar.” Ela corou e riu. A resposta dela foi brincalhona: “Que pena que você não pode me ajudar com isso.” Acho que ela estava testando as águas.
Mais tarde naquela noite, mandei mensagem dizendo que talvez eu não pudesse ajudar fisicamente, mas poderia oferecer uma conversa picante. Ela concordou e começamos a flertar mais agressivamente por mensagem. Discutíamos o que nos excitava e do que gostávamos. As coisas progrediram a partir daí. Os sentimentos ficaram mais fortes, pensamentos sobre ela passavam pela minha cabeça durante as aulas. A atração cresceu.
Um dia, estávamos desabafando sobre nossos dias depois do almoço na minha sala. Tinha sido outro dia estressante para ela. Eu mencionei de novo que o que ela precisava era relaxar. Ela me deu aquele olhar de “eu sei”. Eu estava bem perto da coxa dela naquele momento. Minha mão se esticou e começou a acariciar a coxa dela para cima e para baixo. Os olhos dela se acenderam e a respiração acelerou. Minhas mãos chegaram mais perto da parte interna da coxa. Ela abriu as pernas bem de leve, como se estivesse derretendo. Cheguei à buceta dela e comecei a esfregar (por cima da calcinha, mas por baixo da saia). As pernas dela se abriram mais e ela escorregou para trás na cadeira. Dava para ver que ela estava gostando. Puxei a calcinha dela para o lado, de modo que não houvesse camada nenhuma entre nós. Ela era depilada! (Algo que eu não tinha experimentado com minha esposa em nenhum dos últimos dez anos.) Eu podia sentir o calor e a umidade me convidando a ir mais longe. Meus dedos deslizaram entre os lábios dela. Três dedos: um no meio e um de cada lado dos lábios. Ela estava tão pronta. Depois de um tempo brincando no clitóris, dois dos meus dedos deslizaram direto para dentro da vagina dela. A abertura era apertada e lubrificada como eu não sentia havia muito tempo. Eu dedilhei até ela não conseguir segurar a onda que jorrou. O sinal estava prestes a tocar e a gente precisava sair correndo. Não a vi nem falei com ela pelo resto daquele dia.
Mas eu não tinha parado de pensar nisso. A gente tinha cruzado linhas demais e não podia mais voltar atrás. No dia seguinte, tudo foi normal, exceto por alguns olhares cúmplices e sorrisos. Quando o planejamento chegou, minhas bolas estavam doendo. Eu nunca tinha feito nada com outra mulher até aquele momento. E ali eu estava, com uma mulher linda que parecia querer me devorar. Quando todo mundo foi embora e a costa estava livre, ela se abaixou, ficou de joelhos bem ao lado da minha cadeira da mesa e disse: “Sua vez.” Ela abriu o zíper da minha calça e tirou meu pau já endurecido. Ela não foi devagar. Parecia estar numa missão. As duas mãos estavam nas minhas coxas enquanto a boca dela envolvia completamente meu pau. Ela começou a chupar com força, num vai e vem rápido. Obviamente já tinha feito aquilo antes. Ela chupava como uma profissional. Não era só a ponta; ela fazia garganta profunda de verdade. Isso continuou por alguns minutos. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo! Será que essa colega de trabalho estava realmente me chupando naquele momento? Eu gozei na boca dela! Quando ela sentiu, empurrou a cabeça mais para baixo. Ela queria tudo, nada seria desperdiçado. Quando se afastou, engoliu e limpou a boca. Ela me deu o maior sorriso e disse que estávamos quites. O sinal estava prestes a tocar de novo, então o tempo foi curto.
Tenho mais, muito mais coisas que aconteceram, mas este post já ficou bem longo. Espero que vocês tenham gostado até aqui. Talvez eu conte nosso primeiro encontro sexual na próxima. Foi bem antes das férias de Natal.


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