Minha vizinha, minha perdição Publicado por anônimo em 24/06/2019 em Lésbica

"Desde menina, sempre fui alegre, sapeca e totalmente extrovertida. Quando adolescente, aproveitando a beleza que herdara da minha mãe, tive vários namorados"

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

ocasião em aproveitei para conhecer os prós e contras dessa raça, sem a qual , quase todas mulheres, embora dizendo ser um caminho sem volta, não conseguem evitá-lo. Nesse segmento, dediquei-me dos 18 aos 23 anos da minha vida a um homem, cujo relacionamento, uma vez desgastado, acabou em dores e decepções.

Mas a vida tem que seguir e, dessa forma, resolvi dar um tempo para eventuais garotos que tentaram se aproximar, ficando compenetrada unicamente em meus projetos de trabalho, já que hoje, o meio profissional em qualquer área é extremamente competitivo. Era janeiro daquel ano, quando fui informada dum curso na cidade de Curitiba. De início, fiquei um pouco em dúvida se iría ou não. Depois, questionando sobre o benefício do mesmo sobre minha minha carreira profissional, decidi fazê-lo mesmo que tivesse de enfrentar a distância e a saudade da minha família. Através duma amiga, consegui contatar com um Apart Hotel, na dita cidade, cujas fotos envidadas por email, me deixaram muito motivada para encarar a nova morada, além do mais, a escola onde iría frequentar, ficava dele, apenas dois quarterões de distância. Tudo acertado, viajei e acabei chegando em meu destino. O apartamento apesar de pequeno, tinha tudo que era necessário para um estudante. Apesar de ser no último andar, sua vista era magnífica, e por estar nas alturas, nem sentia os ruídos dos carros que trafegavam, até altas horas na movimentada avenida.

Mas como todo morador ou moradora sempre é curioso com relação a vizinhos, resolvi, de forma discreta, abrir minha janela lateral para ver com que paisagem me defrontaria. Essa minha iniciativa também se deu, porque percebi que o prédio vizinho não ficava mais que 10 metros de distância. Por coincidência ou não, uma luz se acendeu e de imediato, constatei que se tratava de uma bonita mulher. Loira de 1, 75, cabelos encaracolados , que percebendo ou não que estava sendo por mim observada, começou a tirar levemente a roupa. Concentrada, observei que a moça era delicada e organizada, já que cada peça que tirava do corpo, ou ía para um cabide ou era delicadamente dobrada e colocada sobre uma cadeira. Nesse curioso cenário, ela, acabou ficando vestida apenas com uma linda e minúscula tanga, exibindo com muita naturalidade um corpo lindo , dotado de seios, pernas e nádegas perfeitas, capaz de enlouquecer qualquer homem, sem falar na inveja que provocaria em qualquer mulher. Aquilo, não sei explicar como, acabou mexendo comigo. Hetero por convicção, eu estava apreciando uma mulher , coisa que em toda minha vida jamais havia feito.

Mas a moça, já totalmente nua, e ainda com a luz acesa, entrou para o banheiro anexo ao quarto. De relance, vi quando ela delicadamente, ajeitou os cabelos para se direcionar ao banho. Neste momento, não só era uma expectadora mas também uma pessoa muito curiosa com relação a sua beleza e também aos mistérios que em mim começavam a brotar. Passados alguns minutos, minha vizinha retorna ao cenário. Desta vez , totalmente nua e sentando-se sobre sua cama, vi que outra luz secundária havia sido acesa. Agora podia ver mais nitidamente os perfeitos traços de seu corpo e , em especial, o volume de seus pelos pubianos. Caminhando tranqüilamente de um lado para outro, num balanço meigo e muito feminino, aquela fêmea dava um show de beleza e liberdade, provando que a liberdade dos seres é , sem dúvida uma coisa muito gostosa. Fechando levemente a janela fui tomar meu banho e tratar de dormir. Naquela noite , todo aquele cenário não se apagava em minha mente. E, de tanto pensar, acabei não sei como, atraindo para mim , a mais inesperada excitação, cuja vagina, acabou, sem dúvida, socorrida pelos meus dedos.

No outro dia, embora tivesse só compromisso pela tarde, acabei acordando cedo. Saindo da cama, só de tanguinha e com os seios duros expostos, arrisquei dar uma espiadinha em minha vizinha. Como era dia claro, observei que naquele ângulo, meu quarto só poderia ser visto pela dita moça, já que os demais apartamentos pareciam vagos ou desocupados. Talvez por essa razão, acabei criando coragem, e resolvi também ficar nua. Agora, não era só um corpo que aproveitava a liberdade, mesmo porque, tudo o que tinha para mostrar, modéstia a parte, era muito lindo e bem cuidado. Quando voltava da minha cozinha com um copo de leite para a primeira refeição do dia, senti um leve barulho nos arredores, como se nada houvesse percebido, cruzei em direção a minha cama para poder constatar que minha vizinha havia acordado. Dito e feito. Novamente a moça estava totalmente nua, ajeitando o cabelo e falando ao telefone alegremente. Nessa ocasião, ela com muita discrição passou o canto dos olhos em direção o meu quarto, e me vendo também nua, começou, com o celular na mão direita, movimentar-se dum lado para outro, fingindo nada observar e que simultaneamente, não estava sendo observada. Aquele jogo, acabou mexendo comigo, e eu, começava a me sentir mulher numa outra forma. Dessa vez, com sentimentos diferentes dos, até entao , vividos.

O mais curioso, é que bem no fundo da minha consciência, começava de uma forma ou de outra, surgir caminhos, que de leve, me levavam a um gostoso prazer. Num dado instante, ela um pouco mais próximo da janela levantou os braços para prender os cabelos. Ainda que de perfil, puder ver com muita nitidez, a beleza do contorno dos seus seios e o desenho perfeito de suas pernas, chegando até as curvas de suas nádegas. Sem querer, senti um calafrio gostoso em meu corpo, que naquele momento, estava totalmente enfeitiçado por aquela beleza. Virando de leve, vi novamente seus pêlos loiros, lindos, combinando de forma natural com o resto daquela maginifica escultura. Sem que ela percebesse, toquei nos lábios da minha vagina, e senti que a tal vizinha, me provocara muita tesão.

Meu telefone tocou e acabei saindo de cena. Durante à tarde, das 14 às 19 fiquei envolvida com papeis, entrevistas, apresentações, tec. Mas chegando novamente em meu quarto, meu olhar para o prédio do lado foi impulsivo e involuntário.Às 20h em ponto, as luzes do palco misterioso se acenderam. No lado, com as luzes acesas, eu ainda me econtrava de roupão, esperando as novas regras do jogo, caso este viesse a contecer novamente. Mais cautelosa, minha vizinha, agarrada em um copo dágua, tirou a cabeça para fora de sua janela, e num longo espaço de tempo, correu seu olhar por todo meu prédio. De leve, com o canto dos olhos, fitava o interior dos meus aposentos, tentando talvez, confirmar a presença de mais pessoas, que eventualmente pudessem estar comigo.

O show começa, e dessa vez, resovi acompanhá-la. Como se adivinhasse meus desejos, sentou-se sobre a cama e novamente uma luz auxiliar se acendeu. Naquela noite ela usava um vestido azul celeste que levemente tirou do seu corpo, sua tanguinha rosa, enterrada no rego, e seu soutien apertado , esboçava melhor ainda aqueles seios duros e lindo decorados com dois mamilos rosados, pontudos, perfeitos.

Quando ela saiu do banheiro, desta vez de num roupão rosa, eu já estava em pé e vestia também um, numa cor branca. De leve nossos olhares se cruzaram, e vi quando ela, de leve, dirigiu-em olhar pela primeira vez. Num gesto normal, sensual, a moça abriu seu roupão, fazendo surgir aquela visão encantadora. Numa resposta imediata, criei coragem e também me livrei do meu. Aos poucos, aproximei-me mais da janela e com a mão direita, toquei em meu clitóris. Vendo meu gesto, sua reação foi mais audaciosa. Com a bunda virada para meu olhos, quase de costas, levemente passou um pouco de creme entre o rêgo até a altura de seu ânus. Nesse momento meus mamilos ficaram duros e eu já me mastubava loucamente. Ela, para melhor temperar o espetáculo, deixou entre os lábios carnudos, sair a ponta de sua língua, e por vezes contorcia suavemente seu pescoço, cujos movimentos, acabavam confirmando seu estado de total tesão. Era gostoso ver aquela fêmea exibindo seu corpo naquele fascinante jogo de sedução. Meu ânus totalmente úmido, se contraía junto com minha vagina numa cadência de desejo incontrolável.

Quando ela me olhava, um leve sorriso brotava em seu rosto atingindo por inteiro, meu corpo e minha alma. Seus dedos, tocavam incessantemente sua vagina, e quando vinha seu orgamos, ela, mordia o lábio inferior, proferindo seu alto estado de tesão e prazer. Do meu lado, eu já havia gozado umas três vezes ou mais vezes. Ainda com muita tesão, vi quando ela, sorrindo, me atirou um beijo e depois apagou a luz. No outro dia , pela manhã, chegando 5 minutos atrasada na primeira aula de meu curso, fui informada que a sala de meu curso tinha sido trocada.

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 0

Sobre este conto

Autor anônimo
Categoria Lésbica
Visualizações 316
Avaliação 0 ( votos )
Comentários0
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 1708
Tempo estimado de leitura: 9 minutos

Afiliados