Parado Pelo Agente De Trânsito Publicado por anônimo em 30/09/2020 em Lésbica

"Sábado à tarde sem nada para fazer em casa, peguei a minha moto e sai por ai quase 15h30 quando entrei na BR e acelerei na longa estrada reta."

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Passei por um outdoor há 120 km/h sendo que a placa informativa na estrada era de 90 km>

E logo ouvi o barulho da sirene atrás de mim, olhei pelo retrovisor e vi uma moto da fiscalização de trânsito me perseguindo e fazendo sinal para que eu encostasse. Eu ainda andei mais alguns metros e parei quando ele me acompanhou e gritou para que eu parasse e descesse da moto.


Desci da moto e o Fiscal também fez o mesmo, me mandou tirar o capacete e assim eu fiz. Tirei o capacete e os óculos escuros ele me empurrou contra a moto e foi logo perguntando:

— O Senhor está indo aonde com tanta pressa desse jeito?

Olhei para o bolso do uniforme dele e vi bordado o sobrenome dele. Virei o rosto para trás e respondi envergonhado pela situação constrangedora, pois nunca havia sido parado por nenhum Fiscal.

— Desculpa, mas eu não estou fugindo de ninguém nem indo para nenhum lugar especifico. Apenas estava querendo aproveitar a estrada livre pra correr um pouco.

Ele retirou os óculos escuros e pude ver seus olhos cor de mel, ele ergueu a sobrancelha direita e pegando o bloco de multas dentro da pochete presa na lateral da coxa e disse meio ríspido:

— Quer dizer que o Senhor só queria brincar na via? Sabe que aqui é permitido apenas 90 km?

Agora de cabeça baixa fitando para algo que estava me chamando atenção que era o volume imenso no meio das pernas falei quase que inaudível.

— Sei sim Senhor.

Ele me olhou de cima a baixo e pediu a minha habilitação e o documento da moto. Olhou tudo para ver se estava dentro dos conformes e percebendo que eu olhava para o seu volume, apertou deixando marcado a cabeça no tecido apertado da calça.

Engoli em seco. O Fiscal Oliveira era esse o sobrenome que tinha bordado no bolso do casaco dele, me fez ficar de costas contra a minha moto e começou a me revistar tirando proveito da situação.

Passando suas mãos grandes de dedos grossos sobre a minha bunda que logo se arrebitou, depois desceu por entre minhas coxas e pegou no meu pau já duro, enquanto a outra mão subiu pela minha cintura subindo a minha camiseta e passando os dedos sobre os pelos do meu abdômen me fazendo me contorcer e gemer de tesão, depois subiu um pouco mais e meteu a mão por dentro da lateral da camiseta regata e apertou o mamilo esquerdo. Em seguida me encoxou e ficou-me sarrando.

Eu estava ali no meio do tempo a mercê daquele Fiscal que me assediava em busca de prazer. Depois dessa revistada em mim, ele se afastou e disse mordendo os lábios.

— Posso te livrar de uma multa se você me fizer um favor. — Passou o dedo polegar sobre meu lábio inferior e me virando de costas, sarrou em mim fazendo o pau se encaixar perfeitamente em minha bunda, eu estava sem cueca e a cabeça ficou bem na entrada do meu rabo.

Olhei pra ele incrédulo com a sua audácia e falei com a voz já embargada pelo tesão: — O que o Senhor quer que eu faça?

— Ele enfiou a língua no lóbulo da minha orelha e cheirando o meu pescoço falou:

— Mais adiante tem um casebre que é abandonado, se você não fugir e nem sair da linha eu posso te aliviar dessa multa. É só seguir adiante, são só 50 m a frente.

Montei na moto, liguei e dei a partida, logo atrás de mim ele vinha me seguindo, deu sinal para que eu entrasse a direita em uma estrada de areia vermelha.

Assim fiz e a poucos metros de mim estava um casebre abandonado com uma parte sem telhado, janelas de madeira comidas pelos cupins e no lugar de onde seriam as vidraças havia lonas pretas para cobri o sol por dentro, uma porta também de madeira velha.

Desci da moto e fiquei aguardando-o que logo já estacionava a sua moto ao lado da minha. Assim que ele desceu, apertou novamente o pau na calça apertada, eu já estava mais que nervoso e excitado com toda aquela situação, sem contar com o medo do que ele poderia fazer comigo ali.

Ele puxou o trinco da porta para baixo fazendo-a ranger e abrir. Dentro do local, havia um colchonete velho e sujo de poeira. Entrei e ele veio logo em seguida fechando a porta atrás de mim, já me agarrando. E me virando de frente, nos encaramos e ele me beijou, sua barba roçava meus lábios e iam de encontro com o meu cavanhaque, nossas línguas duelavam enquanto nós nos despíamos e atirando as roupas em cima de uma cadeira de ferro cromada enferrujada.

O Fiscal me falou o seu nome sem eu ao menos perguntar e disse que se chamava Josue. Ele chupou meus mamilos e me fez fazer o mesmo com ele.

Lambi o mamilo direito dele fazendo-o gemer, chupei o esquerdo e ele apertou minha cabeça contra o bico intumescido, Josue gemia e assanhava meus cabelos, fui descendo, percorrendo os pelos de sua barriga até chegar aos da felicidade.

Rapidamente ele me ajudou abrindo o cinto e desabotoando a calça deixando que eu baixasse o zíper e livrasse a ereção dele. Os pentelhos negros contrastavam a luz do sol, puxei o pau dele pra fora da calça e tirei de dentro da cueca.

Era muito grosso e grande, no tecido da cueca estava melada onde estava a cabeça, pela lateral da cueca coloquei para fora e lambi a baba que melava a pele dele, depois abocanhei a cabeça grande e rosada e fui tentando engolir.

Josue gemia e fodia a minha boca segurando os meus cabelos, e brincando com as minhas orelhas me deixando totalmente arrepiado. Quando abocanhei uma de suas bolas grandes, pesadas e pentelhadas, olhei para ele que estava de olhos fechados, apertando os próprios mamilos, sua respiração estava ofegante e ele gemia.

Passei a língua para a outra bola e comecei a punhetar ele que tirou rapidamente as mãos dos peitos e me fez voltar a mamar aquela vara grande, grossa e torta e em segundos encheu a minha boca de leite quente.

Pensei que estaria pago a multa, mas ele queria mais, arriou a minha bermuda me virou contra a cadeira e começou a lamber e mordiscar minha bunda e meu cuzinho que já piscava, sua língua pontuda subia e descia até a minha lombar, e eu gemia sentindo aquele prazer, enquanto ele puxava meu pau para baixo e me punhetava. Eu estava prestes a gozar quando ele parou e enfiando o dedo no meu cu, falou:

— Metade da multa está paga, falta agora o resto, e vou comer seu cuzinho gostoso, se prepara puto.

Como eu não tinha para onde correr, apenas empinei a bunda e disse já rebolando. — Vem me come gostoso, quero sentir você todo dentro de mim.

Tirei o resto da roupa e ele veio pincelando aquele cabeção quente na minha entranha que piscava, ele apalpou as minhas nádegas e deu uma tapa em cada popa da bunda.

Fui sentindo-o forçar querendo entrar e eu nervoso e com medo por ser tão grande, ele disse no meu ouvido enquanto me punhetava com uma mão e a outra mexia no bico do meu peito esquerdo.

De repente o senti ir entrando em mim me invadindo cm por cm, a dor começava a passar e se transformar em prazer por ele estar bolinando os meus mamilos endurecidos e meu pau que também babava em abundância.

Josue metia lento, sem pressa me fazendo acostumar com a grossura e o tamanho do seu pau. Quando ele estava completamente alojado dentro de mim, ele tirou, abaixou-se, deu uma cuspida no meu cu e se sentando na cadeira me mandou sentar em seu colo.

De imediato eu o obedeci, e fui logo escorregando sentindo-o todo aquele mastro no meu cu, ele me abraçou forte, me beijou e me fez cavalgar no seu mastro, eu quicava subindo e descendo de dentro dele.

Nossos corpos suados escorregavam depois ele me colocou no colo e me virando pra parede começou a meter com força, eu deitei minha cabeça em seu ombro e deixei-o me foder com força, meu pau já havia melado toda a sua barriga quando ele me tirou do seu colo e me pondo de quatro no chão meteu sem dó e eu gritei.

— Ahhhhhhhhhhhhh... — ele também gritou jorrando seu leite quente dentro de mim. — Ahhhhhhhhhhhhhhh... Caralhoooooooooooooo...

Olhei para o chão e vi que eu também havia gozado sem ao menos tocar no pau. Depois nos vestimos e ele rasgou a multa dizendo que eu já havia pagado. Voltei para casa, leve e saciado com o cu dolorido pela foda incrível com o Fiscal Safado.

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Autor anônimo
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