Necromante (1) Publicado por oprofessor57 em 23/03/2017 em Non-consensual

"Sou quem sou e não me importa, desfruto de grandes placeres de forma mórbida, perversa e deliciosa..."

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Meu nome é Ramiro Alberto Paz Neto, meu sobrenome, porém, não me faz justiça em absoluto. Sou um homem já adulto mas não idoso, tenho 39 anos e muita experiência. Meus gostos são, digamos, particulares; talvez alguns de vocês fiquem ofendidos ao terminar de ler este relato, se é que chegam até o final deste.  Não me vou ofender se decidirem parar nalguma parte e clicar nesse botão do canto esquerdo superior representado por um “X”. Não mal me entendam, não é o que desejo, se escrivo é para que me lerem, não sou o melhor escritor, isso o sei, mas gosto de saber que fora no mundo há pessoas que compartilham meus mesmos gostos. Mais uma coisa, eu tendo a não julgar ninguém, espero que não me julguem pois; todos vivemos com nossos anjos ou nossos demônios.

  Sem jogar muito com a bola vou começar por dizer que sou um necromante, se tu não souberes o que isso é, sempre tens Google (digo, provavelmente assim seja se estás a ler isto)para pesquisar alguma informação de utilidade que tire fora a tua ignorância. Mas, se realmente fores tão frouxo como para nem sequer abrir um site ou, por outro lado, tão desafortunado como para não contar com serviço de internet, pois, dou-te um pequeno resumo: ser um necromante é ter um dos trabalhos mais perversos do mundo, invocar demônios e demais tipos de deidades diabólicas para este mundo, esta realidade.

Talvez penses que sou um farsante, que sou um idiota, que estou a falar tolices do tamanho do Everest; como eu já disse não te vou julgar, uma das coisas maiores desta realidade, isto é, desta vida que estamos a viver é o livre arbítrio. Isso é de maneira algum o que conhecemos com o conceito de liberdade, ter a capacidade de escolher o caminho a tomar nesta vida; se não me acreditasses, está bom para mim, igualmente para o meu interesse tu és um pedaço de merda, merda seca pelo sol, que nem sequer representas uma ameaça menor.

Por outro lado, se acreditasses no que estou a dizer existem só duas opções em relação com a tua opinião, as quais a sua vez têm muitas ramificações (o cérebro humano é limitado, mas complexo):  a primeira é que rejeites todo o que estou a escrever, odeies até a mis mínima ideia de estar relacionado com entes do “mal”, talvez até já te tenhas cagado na minha mãe e em todos os meus antecessores e descendentes e peses que eu sou uma pessoa horrível, se é que ainda me considerares uma pessoa; eu não me importo disso, para mim a tua opinião é menos útil do que uma mancha de vomito numa parede, e é próprio isso o que espero que fiques na tua reencarnação se nisso acreditas.

A segunda é mesmo que simpatizes com meu trabalho e, em consequência, compartilhemos gostos similares. Nesse caso, que bom; digo-te que não quero amigos, não quero um companheiro; eu sei a quem tenho aos meus lados, e se tu o estiveres serias minha prostituta de chaveiro, juro no nome do Senhor das Trevas.  Eu não devia ter debilidades, pero se pudesse dizer que tenho debilidades pelas pessoas, são por aquelas que simpatizam com minhas praticas ou que ,ao menos, são tão hipócritas de dizer que não gostam mas no fundo sentem um prazer, uma perversão nas entranhas. Se esse é teu caso, como acredito que é, parabéns, podes ser minha prostituta e, se fores boa puta, talvez te poderia ensinar algumas coisas.

Todo nesta vida e interpretação, vivemos entre milhões de mentiras que tentam de convencer-te e, má noticia, quase sempre o logram; cada um é mais filho de puta do que o outro, predica por um lado e, pelo outro, desfaz todo o que predica. Vivemos imersos em merda que, a sua vez, tem mais merda em cima. Pois, o mal vai ser mal dependendo sempre de quem está a vê-lo, é isso o que eu penso. Por isso jamais vou arrepender-me do que tenho feito, porque para mim não estou a fazer mal, também não estou a fazer bem: estou a viver, a fazer o que eu quero, como quero e quando quero porque o julgo justo; porque acho que tenho o direito ao ver ao redor tanta merda junta.

Sou um filho de puta imenso, eu sei, gosto disso. Pois, há tempo, não vou especificar quanto, decidi que queria invocar a um demônio de nome impronunciável e que é melhor não escrever cá, porem, posso dizer que era um demônio especializado na luxúria. Para isso precisava da carne de uma mulher, não acreditem nessas idiotices da cultura popular de dizer que deve ser virgem, jovem, loura; a puta que os pariu! Somos carne e já, o demônio precisa de carne feminina e qualquer estava bem. Mas para mim não podia ser qualquer, também tenho meus parâmetros.

O facto de que eu seja necromante não quer dizer que estou na rua a caminhar com uma capa peta e demais coisa, não sejas estupido; sou um homem normal, com um trabalho normal e amizades, mas tenho meu “hobby” privado, sádico e pervertido; tu fumas, bebes, fodes; eu faço todo isso mas com mais um objetivo além de desfrutar. Lila era uma rapariga gostosíssima, mamas grandes, cabelos pretos e cumpridos, cu enorme, em geral voluptuosa; desse tipo de mulheres que qualquer homem quisesse foder. Eu graças a minhas praticas e experiência tenho desenvolvido uma habilidade para seduzir e abrumas as pessoas, pois, pelo contrario não poderia praticar a necromancia.

Não vou dizer como é que a conheci nem nada, isso é irrelevante, isto não é uma historia de amor. O único que vou dizer é que ela além de gostosa era uma merda, oportunista, asquerosa, todo o que tinha conseguido tinha sido explodindo a outras pessoas, sem importar se ficassem fodidos ou não. Eu não sou Robin Hood, sou um filho de puta como já disse, prefiro este tipo de pessoas porque os demônios desfrutam mais a carne dos malditos.

Logrei levá-la a meu apartamento, após uma botelha de vodka Lila já estava alegre e com ganhas de foder, me o disse abertamente. Não a fez esperar e lhe tirei a roupa toda, ao menos ela ia sentir uma ultima vez e eu ia aproveitar a oportunidade de uma boa fodida, não se pode desperdiçar. Encostei-a contra uma parede e lambi suas mamas enormes deixando saliva em grandes quantidades, mordi seus mamilos e os cuspi, como tinha imaginado ela gostava disso, de que eu fosse um porco asqueroso. Ia ser minha pêga.

Tirei minha roupa toda e lhe ordenei colocar-se de joelhos para que se comesse minha pila como tantas outras que tinham estado nessa boca; obedeceu com vontade e começou por lamber a cabecinha, depois foi direito as bolas para começar a dar chupadinhas curtas ascendendo pelo tronco e acabar com uma engolida perversa. Enquanto fazia isto me olhava com cara de cordeiro. Bati-lhe a cara e lhe diz que era uma boa menina. Ela sorriu e chupou mais duro e mais rápido mexendo o pescoço, apanhei-a da cara, cuspi-lhe a boca e disse-lhe que deixasse minha pila bem molhada. Obedeceu.

A pôs de quatro sobre a cama que era o lugar preciso para fazer o ultimo passo, mas ao menos queria fodê-la um bocado mais, pois, com minha pila bem lubrificada pela mistura de salivas que me deixou a boca dela a penetrei ate o fundo; apanhei-a pelas ancas e com violência a penetrei mais duro, ela gemia e até gritava, não tinha piedade com ela; parei em seco o movimento e bati suas nádegas até que me doeram as mãos, pois ordenei-lhe que se movesse ela, tinha um movimento de cintura bem rico, comecei tentar seu cuzinho com um dedo.

Quando já esteve farto de cona e tinha meu dedo a meio caminho do cu coloquei um pé na cama, subi seu cu para que ficasse mais perto e a penetrei apenas com pouco de saliva. Ela gritou e contorcionou-se, a apanhei pela nuca bem segurada contra a cama e a penetrei mais até o fundo. Suas pernas se moviam, não gostava disso e se notava, pois já sabia eu que não ai aguentar o bom sexo: o sexo no qual uma pessoa desfruta e a outra sofre, não queria sofrer. Pois, coloquei minha outra mão na sua nuca e as duas ao redor do pescoço e apertei, ela se movia violentamente mas não podia com minha força. Quando notei que estava por sucumbir comecei sussurrar umas palavras que não te interessam.

Já não se moveu mais, já não falei mais. Todo focou escuro e atrás de mim uma respiração diabólica e cortada acordou meu sexto sentido, tinha feito bom meu trabalho. Nesse momento só falta começar com a segunda parte da fase.

 

 

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