Uma tarde no céu. Publicado por oprofessor57 em 10/02/2017 em Non-consensual

"Houve uma vez na qual visitei o céu do olimpo, heis aqui o relato."

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Em minha opinião um dos grandes prazeres da vida é viajar, desde que era muito novo sentia uma atração muito grande por conhecer outras culturas, outros países, pessoas que acreditassem em coisas diversas das que eu costumava acreditar. No início, quando apenas era um adolescente, tive a oportunidade de sair do meu país com minha família em mais duma oportunidade.

Daquelas viagens lembro as belas paisagens dos países europeus, o clima cálido das zonas do mediterrâneo, assistir a saída do sol desde a varanda de algum hotel do Caribe, o claro e incrível céu às noites de lua cheia em alguma parte de América do sul; pois, como podem evidenciar, conhecer e viajar é uma imensa paixão para mim.

Naquela altura de minha juventude minha paixão não era somente fazer viagens, também era muito aficionado à pornografia. Tinha apenas uns 15 anos e a masturbação era um trabalho do dia a dia, acho que todos nós temos passado por uma época assim. Os jovens não tínhamos acesso a tanto “material” para nossos “labores” diárias como podemos ter hoje com a internet e demais fontes de informação deste mundo globalizado, pois, tínhamos de usar nossa imaginação para poder desfrutar de um orgasmo. Às vezes imaginava que fazia coisas com minhas colegas de aulas e sempre pensava nas que mais gostava, era o mais comum do meu cotidiano; mas confesso que toda a vida tenho sentido fraqueza pelas mulheres maiores e mais expertas do que eu.

No meu país as mulheres são muito bonitas e gostosas, de curvas no corpo e uma sensualidade natural; mas nas viagens tinha visto de tudo um pouco, peles brancas, peles da cor canela com olhos claros e penetrantes, figuras não tão curvas mas esbeltas, faces perfiladas e sorrisos encantadores; aquelas impressões da juventude moldaram minhas preferencias sexuais no que se refere a estereotipo de mulher. 

Na minha vida sexual tenho costumado ser eu o elemento dominante, gosto de dar ordens, de punir, de transformar a mulher na minha submissa; em fim, esse é meu perfil; mas, acho que como todo humano caprichoso minha fantasia era própria.

Aos 28 anos já tinha um trabalho estável numa empresa, gostava muito dele porque era bem comum que me fizessem viajar por rações laborais, pois, era bom que a obrigação se misturasse com uma das minhas paixões.

Houve uma viagem que fiz na Itália, em Roma. Tinha 28 anos como eu já disse e era a segunda visita que fazia a aquela encantadora cidade, muitos anos antes disso, apenas aos 16 anos, tinha indo com meus pais e minha irmã e lembro ter gostado imensamente do romântico acento italiano e da beleza da mulher italiana.

 Esta vez estava sozinho e era um adulto. O primeiro dia cheguei sobre o meio-dia ao aeroporto “Fiumicino” de Roma, também conhecido como “Leonardo da Vinci”; como em todo aeroporto havia muita gente de pressa caminhando de um lado para o outro, era o mês de julho e o clima estava bem quente mas agradável. Ao sair do aeroporto para tomar um taxi notei que, imagino por causa do clima de verão, as mulheres vestiam roupas curtinhas que deixavam ver o suficiente como para ter uma ereção instantânea; naquela altura já era um adulto cheio de luxúria sexual.

Entrei num taxi de cor branco moderno para o momento, o chofer era um homem negro que se notava com apenas alguns anos mais do que eu:

- Buongiorno! – Saludei eu com meu melhor acento italiano.

- Buon pomeriggio, signore – Me respondeu o homem

- Ehhh... Andare... num hotel... que se... si chama “L’Olimpo” – Provei fazendo um esforço com meu limitado italiano naquele momento.

- Você fala português? Acho que posso notar na sua pronunciação. Eu sou de mãe angolana e conheço a língua – respondeu finalmente o homem sem fazer muita atenção.

- Pois! Falo, sim. Obrigado, como pode ver meu italiano não é o melhor. Você salvou minha vida. Então, quero ir a um hotel chamado “Olimpo”, se encontra na Via Calabrese – Disse eu mais aliviado por ter a sorte de tratar com um acento familiar.

- Mesmo conheço esse hotel, então vamos – E arrancou o carro.

Durante o percurso ao hotel conversamos alegremente de muitas coisas, contou-me um bocado da vida dele, era um homem angolano-italiano, independente e solteiro, trabalhava como chofer 3 dias à semana e o resto tinha alguns outros trabalhos. A conversação mudou para um tópico comum entre os homens, as mulheres

- Você tem vindo dantes alguma vez na Itália? – Me perguntou Eber, esse era seu nome.

- Há já muito tempo, apenas quando era um menino – Respondi.

- E o que foi o que você gostou demais do “Belpaese”? – Perguntou mais uma vez.

- A beleza e mistura das mulheres italianas – Respondi com convencimento enquanto via através da janela do carro grupos de mulheres morenas, brancas, de olhos verdes ou pretos, de seios pequenos e grandes, cabelos castanhos, louros e até ruivos; com blusas folgadas, bermudas, saias e demais coisas que me tinham hipnotizado.

- Ja ja ja ja. Pois é! As mulheres cá são mesmo beleza, é por isso que eu prefiro ficar solteiro, desfruto demais! Além disso, diria que também em alguns casos são bem liberais. Se tivesses sorte de conhecer alguma desse tipo, deves aproveitar.

Sai do taxi, paguei a tarefa a Eber e me despedi alegremente do meu novo amigo desejando ter um pouco da “sorte” da que ele falava.

Estava de fronte ao hotel “Olimpo” e caminhei através da porta de entrada, por dentro simulava mesmo o céu: Era todo essencialmente branco e dourado com alguns detalhes vermelhos. A empregada da recepção, uma mulher loura e de bom ver de uns 25 anos que falava um decente português, tomou minha informação de reserva no hotel.

Aos poucos minutos já estava dentro do elevador pressionando o botão do oitavo andar quando entro uma mulher nem branca nem morena, um bocado baixa, de cabelos lisos e curtos à altura do pescoço; vestia sandálias e pés bonitinhos, óculos de sol, uns shorts justos que deixavam ver provocativamente um pouco da bunda dela, uma blusa verde com um decote amplo que assomava umas grandes mamas cobertas por um sutiã púrpuro. Tal foi minha impressão que, apenas a vi, tive uma ereção criminal e evidente.

Tentei de não pôr cara de tolo ao vê-la e fiquei sério apenas vendo-a pelo canto do olho porque estava bem gostosa; só houve um momento no qual ela voltou sua face para mim, deu uma rápida e evidente examinada desde minha cabeça até meus pés sem dizer nada nem fazer expressão nenhuma, de fato parecia desagradada. Chegamos ao oitavo andar e ela saiu primeiro, andei detrás dela até a habitação 18 e, para minha surpresa, entrou na habitação 17, éramos vizinhos.

Entrei na habitação, era individual e muito bonita, a temática era a mesma: branco, dourado e detalhes vermelhos. Deixei a equipagem a um lado da cama, percebi o cansado que estava, tirei minha camisa e deixei a um lado; deitei-me na cama e liguei a tv, mas não estava assistindo, comecei pensar na mulher do elevador, essa mulher inatingível e tão divina apenas separada por uma parede, pode ser que já estivesse em roupa interior... Fiz-me uma punheta ao seu nome e fiquei dormido.

Um bater delicado na porta me acordou, vi que ainda tinha meu sêmen na barriga e rapidamente limpei. Mais um bater e, ainda meio dormido, foi até a porta com o peito nu. Abri a porta e ali estava ela com um vestido preto comprido pouco mais embaixo das nádegas que ressaltava essa figura de Afrodita, as mesmas sandálias e o cabelo recolhido. Eu não acreditava nada até que me falou em perfeito italiano:

- Faccio questo quando voglio, non pensare che mi terrai sempre. È il mio desiderio e basta.

Eu no momento não compreendi nem uma palavra e não importou porque ato seguido começou beijar-me desesperadamente. Eu não sabia o que fazer e meu corpo respondeu simplesmente beijando-a também. Pegou-me pelos braços e me empurrou dentro da habitação sem separar seus lábios dos meus, com uma força considerável para uma mulher baixa e delicada lançou-me na cama e, pegando uma corda escondida dentro do vestido amarrou de um movimento hábil minhas mãos à parte superior da cama. Eu confundido me deixei levar pelos beijos.

Ao tentar mover maus braços fiquei impressionado pelo bem feito do nó que me tinha preso. Pois, ela começou baixar a beijos por meu peito, lambeu minhas tetinas e chupou-as, como gosto disso; continuou baixando sem deixar de beijar meu abdômen e, ao chegar à altura do botão das calças abriu-as e deixou sair meu duro pênis que tremia por ela, apanhou o pau bem duro masturbando-me e com a outra mão começou massagear minhas bolas.

Desfrutava dessa punheta que estava recebendo quando vi como meu pênis desparecia dentro da boca dela, começou lento como reconhecendo sabores; movia a língua, sacava-o, via-o bem molhado e mais uma vez chupava. Eu desfrutava tanto que tinha de ver mais para um lado às vezes.

Depois começou chupar bem duro como uma louca, quando o sacava estava tão molhado que sua mão se deslizava pelo tronco sem ela quiser. Mais uma vez apanhou-o bem duro e, para minha surpresa, começou bater a cara dela com meu pau de forma violenta; o que no lugar de onde provenho chamamos “pipichetadas” (se poderia dizer “pauchechada” em português na minha tradução oficial).

Essa mulher era uma pervertida. Depois daquele espetáculo tirou o vestido preto e deixou ver seu corpo, um corpo total de Afrodita europeia. Montou-se sobre meu pênis e, ainda sem penetrar, esfregou a sua xoxota úmida e quente contra ele. Eu estava bem excitado e queria apanhá-la e puni-la, me movia tentando minha liberação mas nada consegui. Quanto ele seguia esfregando e colocou dois dedos na minha boca, chupei-os e assim bem molhados começou se masturbar enquanto esfregava, gemia bem alto.

Ato seguido apanhou meu pau duro e só em um movimento, penetrou sua xoxota com ele até o fundo e deixou escapar um grito de prazer. Sem sequer me ver, ofereceu um grande espetáculo sexual para mim: Movia se com meu pau até o fundo vendo para todo lado da habitação e sem ver nada ao mesmo tempo, isto misturado com suas mãos inquietas que davam prazer ao mesmo tempo que seu corpo, tocava e apertava suas mamas, masturbava-se, acariciava-se; todo isso sem deixar o movimento de ancas. Afinal chegou ao orgasmo com um gemido mudo por seus lábios fechados, separou-se de mim e, mais uma vez chupando como uma louca, fez-me gozar dentro da sua boca e bebeu meu sêmen.

Sem dizer nada pegou o vestido, vestiu-se e foi embora. Eu fiquei ai preso, cansado, nu e, literalmente, fodido; mas feliz. Horas depois, quando consegui me liberar do nó, fui à habitação 17, abriu-me uma empregada e me disse que a hóspede tinha já ido embora.

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