O avô de Carlos Publicado por rainhadomal em 21/03/2017 em Non-consensual

"Meu namorado é alguém misterioso, mas também sua família. Conheci a seu avô e ao final aconteceu algo inesperado..."

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O avô de Carlos

Minha relação com Carlos estava a continuar bastante bem, saiamos juntos a fazer diversas coisas sempre com muita alegria. Eu não sabia naquela altura com segurança se ele estava apaixonado por mim, mas o que sabia com toda certeza e que eu sim por ele. Era uma situação às vezes desesperante por todo aquele medo que se concentra pela incerteza de não ser correspondida, é um sentimento muito caraterístico das mulheres em geral e em minha opinião, além disso, o odeio; mas afinal ele sempre era muito atento e carinhoso.

Já estávamos juntos desde há alguns meses e apesar de não ter etiquetado a relação de forma nenhuma éramos como namorados. Saiamos a rua de mãos juntas, íamos à praia alguns fins de semana, a assistir algum filme novo no cinema, até já tinha conhecido meu circulo familiar mais pessoal. Eu estava muito feliz, mas aquele lado que não conhecia dele ainda estava longe, não conhecia quase nada da sua família, nem dizer que evidentemente não tinha nem estado perto de sua casa. Só sabia que seus pais tinham ficado há tempo no seu país natal por raçoes que não sabia, e ele morava com seu avô, de quem não sabia nada em absoluto. Ele sempre mostrou desejo por ir a morar sozinho e era uma meta pela qual tinha trabalhado muito e que estava por cumprir.

Após um tempo todo estava bem, levávamos todo bem; mas eu fui atacada pela inseguridade feminina. De um momento ao outro me dei conto de que queria ainda mais, que não me conformava só com o que tínhamos, queria ser parte mais pessoal de sua vida, uma parte mais formal, queria ao menos conhecer a casa dele; o medo às vezes pode ser nosso pior inimigo se não o sabermos controlar. Como sempre éramos muito sinceros entre nós, coisa que eu apreciava imensamente.

Um dia almoçando no nosso local preferido eu comecei a introduzir o tema devagar, pois sabia que o tema da família dele não lhe gostava muito. Estivemos conversando disso um tempo, Carlos era todo um cavalheiro e na verdade sim me queria, isto é, se notava incomodo com o tema, mas em nenhum momento o cortou. Afinal não falamos verdadeiramente, mas ele me disse que ia falar com seu avô para me levar à sua casa. Segundo ele era um homem estrito e esquisito, eu pensei que exagerava. Estava tão feliz que depois de concluído o tema decidimos ir para um hotel a fazer o amor.

Não era estranho para nós os hotéis, conhecíamos muitos de muitas partes da cidade; na minha casa apenas sim podíamos transar às vezes quando ficava sozinha e mais umas quando ficava a dormir, mas é evidente que a diferença é muita em relação à privacidade. Ele era verdadeiramente feroz na cama, sempre ficava encantada, cansada e satisfeita depois de acabar. Falávamos bastante de sexo e de nossas diferentes fantasias, na verdade eram bem típicas; ele queria fazer um trio ou transar em diversos lugares; eu por meu lado tinha um desejo geral na maioria das mulheres, mas que sempre surpreende aos homens, sentir como se estivesse sento estuprada.

No dia decidido para visitar sua casa eu estava muito emocionada, quando nos vimos fomos a almoçar e Carlos me disse que queria falar uma coisa comigo. Explicou para mim que ele verdadeiramente não gostava do avô, que para ele era um homem ruim que o tenha feito infeliz, por isso tentava de passar a menor quantidade de tempo nessa casa. Entrou-me um pouco de medo mas pensei que estava a exagerar, como eu já sabia a relação dele com a sua família não era a melhor, mas verdadeiramente não pensei que se sentisse tão aborrecido, tinha olhos de algum que odeia a alguém. O calmei um pouco e lhe disse que à noite ia lhe dar carinho; me disse que isso não ia ser fácil porque quase com toda segurança seu avô não ia permitir que dormíssemos juntos já que essa é sua casa e suas regras; meus ânimos diminuíram um pouco e duvidei sobre se ainda era boa ideia, mas estupidamente pensei que era uma forma de ser mais pertos um do outro.

Chegamos a sua casa, desde fora não era feia, mas se notava antiga. Tinha um pequeno jardim à frente, era branca e tinha uma porta de madeira. Estacionamos na garagem individual a um lado e nos aproximamos à porta e entramos na casa, a mesma era enorme, tinha três andares; no primeiro andar tinha uma sala recebedor, uma sala para jantar, uma ampla cozinha, um banheiro; no segundo estavam as habitações e o estúdio, além de dois banheiros, um no quarto principal e outro para uso comum; no terceiro andar havia um sótão o qual o avô de Carlos era muito ciumento com ele.

O senhor Leôncio, esse o nome do avô de Carlos, estava fora de casa quando chegamos o que nos deu a oportunidade de fazer uma rapidinha, já que tinha muitos desejos de tê-lo dentro; quando estávamos ao ponto de ter um orgasmo, pelo menos para mim, o senhor tem chegado a casa, ouvimos como se estacionava e isso nos deu a oportunidade de arrumar-nos e vestir-nos rapidamente. Sei que Carlos ficou chato, mas não se podia fazer mais nada nesse momento.

Eu já tinha uma imagem predisposta do avô de Carlos, pensava que era todo um velho encurvado, desagradável e feio, mas quando entrou me levei uma surpresa era alto, cabelo curto, olhos pretos, bigode e tinha uma contextura semelhante a seu neto. Quando o senhor entrou se sentiu muita tensão na sala, a aura de Carlos mudou e senti um pouco de medo já que o ambiente estava impregnado de ódio entre eles.

Carlos disse Boa tarde e o senhor Leôncio nem se permutou em responder, me viu de soslaio e continuo com seu caminho, pelo menos um dos meus preconceitos se mantive, era alguém desagradável. Já tinham passado duas horas desde o “inconveniente” na sala e era a hora de comer e fomos até a sala de jantar, o avô não apareceu e não quis perguntar se nos ia acompanhar. Logo fomos até o estúdio, esse quarto estava equipado com uma grande televisão, um aparelho de home theatre, aparelho de sons, além disso, tinha três sofás, um grande e dois individuais; ali ficamos assistindo um filme de suspenso e Carlos me disse que já era tarde e que podia ficar em casa dele, mas que não podíamos dormir juntos, porque era uma regra de seu avô.

Depois de ter acabado o filme nos começamos a beijar com muita paixão, mas nos detivemos porque me senti estranha, senti que alguém nos estava olhando e isso não me gostou; sou uma pessoa muito sensível com os palpites e esse tipo de coisas e nesse momento não me senti para nada cômoda.

Saímos do quarto e Carlos me levou para a habitação que por essa noite ia ser minha, curiosamente meu dormitório ficava longe do Carlos e pensei que o senhor Leôncio tinha feito essa escolha ao propósito. Entramos ao quarto, meu querido “namorado” me ajudou a pôr os lençóis na cama e me disse que qualquer coisa fosse a sua habitação se precisava de alguma outra coisa.

Depois me desvesti, só fiquei em calcinhas e em camiseta, de fato uma que me tem emprestado Carlos, me pus cômoda na amplia cama e fiquei adormecida; já era de madrugada e me despertei porque senti medo, ainda estava meio dormida quando senti uma forte mão que tapou minha boca e outra mão tocando minhas coxas; o quarto estava escuro, mas se podiam ver as coisas e o que estava acontecendo. Era o senhor Leôncio quem me estava tocando e tapando minha boca, aproximou sua boca a minha orelha e me disse...

- Cá tenho uma faca afiada e se não faze o que quero vou cortar seu pescoço. Entende? Assente com a cabeça, porque não quero ouvir tua voz só quero ouvir teus gemidos. –

Depois de ouvir isso fui forte, mas se me saíram umas lágrimas; senti como sua grande e forte mão me tocava a xoxota e como me começava a introduzir dois de seus dedos, logo com a faca cortou agilmente minhas calcinhas e tirou seu ereto pene do short e me penetrou com força; se me escapou um gemido pela investida e ele sorriu, nunca vou esquecer esse sorriso tão cheio de maldade, começou a mexer-se em cima de mim, ouvia seus leves gemidos de prazer enquanto estava sendo penetrada por esse homem.

Na minha mente passavam muitos pensamentos, um era que estava sendo estuprada e para mais colmo era o avô do meu querido Carlos; sabia também que estava a ser cumprido uma das minhas fantasias, mas com sinceridade não queria que fosse o senhor Leôncio quem o fizesse. Senti como meu corpo estava na mercê desse homem e como o suor dele me impregnava; de repente seus movimentos se aceleraram e intempestivamente sacou seu pênis de mim e gozou no meu ventre.

Depois se levantou como se nada e se foi da habitação, nesse momento me encostei com a cara na cama e comecei a chorar, até que me senti muito cansada e fiquei dormida. Já era de manhã e ouvi que bateram à porta, era Carlos e lhe disse que entrara, quando me viu me perguntou que me acontecia porque tinha sinais de ter chorado e lhe contei o que passou, que fui vítima de seu avô e que me estuprou.

Por primeira vez no tempo que tinha conhecido a Carlos senti medo pela olhada dele, já que segundo eu isso foi a palha que quebrou as costas do camelo...

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